JORNAL MILENIO VIP

Histórias de Magé

Análise de documento sobre a fábrica nacional de Santo Aleixo

por
FELIPE AUGUSTO DOS SANTOS RIBEIRO
FLÁVIA COSTA LOPES DA SILVEIRA
SUZANNE SILVEIRA AMANCIO

Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Faculdade de Formação de Professores
Curso de Licenciatura Plena em História

Disciplina: História do Brasil III
Professor: Márcia Gonçalves
Avaliação do segundo semestre de 2004

SÃO GONÇALO - 2004

INTRODUÇÃO

Em 1844, o governo brasileiro decretou a tarifa Alves Branco. Essa medida elevou para até 60% os impostos sobre os artigos importados, inclusive os tecidos de algodão. Isso veio a estimular o desenvolvimento da produção interna, protegendo a então incipiente indústria nacional. Pouco depois, houve uma suspensão das taxas alfandegárias sobre máquinas e matérias-primas, o que também estimulou a criação de fábricas de fiação e tecelagem de algodão.

Sendo Magé um município privilegiado, dotado de notável potencial hidráulico, os capitalistas da época logo tiveram sua atenção voltada para Santo Aleixo, povoado essencialmente agrícola, localizado no sopé da Serra dos Órgãos, num vale banhado por diversos rios. Assim, em 1848, foi fundada a Fábrica Nacional de Santo Aleixo, a primeira do gênero no Rio de Janeiro.

Dessa forma, nosso objeto de pesquisa será o Relatório da Província do Rio de Janeiro de 1849, no capítulo dedicado à indústria, mais especificamente nas considerações apontadas acerca da Fábrica Nacional de Santo Aleixo (em anexo).

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