JORNAL MILENIO VIP

Histórias de Magé

Magé e Vassouras na crise do escravismo

por
FELIPE AUGUSTO DOS SANTOS RIBEIRO
FLÁVIA COSTA LOPES DA SILVEIRA
SUZANNE SILVEIRA AMANCIO

Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Faculdade de Formação de Professores
Curso de Licenciatura Plena em História

Disciplina: História Fluminense I
Professor: Ricardo Salles
Avaliação do segundo semestre de 2004

SÃO GONÇALO - 2004

INTRODUÇÃO

Em 1850, o sistema escravocrata brasileiro sofre um forte abalo: proíbe-se o tráfico internacional de cativos. Esta proibição acontece em meio à época áurea da agro-exportação do café, na qual a área do Vale do Paraíba é a principal produtora, em especial o município de Vassouras. Da mesma forma, o município de Magé, que despontava desde o século XVIII como uma das principais produtoras de alimentos da província, também é atingido.

Quais seriam as conseqüências da lei de 1850 sobre essas regiões centrais do Império, que construíram suas riquezas graças ao trabalho escravo e assim adquiriram importância?

Tomando como base os trabalhos de Antônio Carlos Jucá de Sampaio e Ricardo Salles, aliando-os a alguns dados colhidos nos Relatórios de Província, pretendemos constatar algumas transformações na demografia escrava dessas duas cidades no período de 1850 a 1880, classicamente denominado de Crise do Escravismo. Esse é nosso objeto de estudo.

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