JORNAL MILENIO VIP

Histórias de Magé

A “Patativa de Magé“, Risolêta - Parte I

Nome: Risolêta Goulart da Silveira Matuck
Nascimento: 17/10/1914
Morte: 26/10/1982
Pai: Manoel Francisco da Silveira
B: Elvira Goulart da Silveira

Casou-se com o poeta Jorge Matuck, sendo através de correspondência poética que o conheceu.

Teve 7 filhos.

Criada num meio de intelectuais, todo o intelectual que vinha a Magé, vinha conhecê-la.

Aprendeu violino, acordeom e piano.

Aos 14 anos foi convidada para fazer um discurso em público, durante uma festa cívica em Magé.

Uma comitiva ilustre do então governo do município Huet Barcelar, foi a sua casa e já ciente de sua capacidade intelectual malgrado seus 14 anos convidou Risolêta a que fizesse tal discurso.

Daí em diante a poetisa não deixou de criar e elevar Magé em versos e prosas. Sendo ela a oradora oficial de todas as festas cívicas e religiosas de Magé.

Tal era seu lirismo que foi cognominada, a Patativa de Magé.
– esta nota foi publicada no livro sobre vultos fluminenses onde vemos o histórico da poetisa – Biografia e verso.

– seu nome também consta, assim como seus trabalhos, no livro que foi publicado pela Academia Fluminense de Letras.

Vale repetir, que em todos os jornais, escritores e poetas a cognominavam.
– “A patativa de Magé”.

Com o dom da palavra, além de escrever seus discursos, também os fazia de improviso.

Risolêta foi a maior divulgadora de seu município, durante uma época, toda a sociedade Mageense foi beneficiada.

Eram poemas dedicados a nubentes, debutantes, a quem fazia bodas de prata ou mesmo de outro.

Uma pessoa que com sua vida e sua poesia, só enriqueceu a sua cidade, dedicando sua inteligência e capacidade intelectual a Magé. Amou e enalteceu demais a terra em que nasceu.